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Conheça as frentes de investimento social
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Faculdade FAN • Goiânia
Educação que abriu caminhos na Região Noroeste
A presença da Faculdade FAN na Região Noroeste de Goiânia ampliou o acesso da população à educação superior, à formação técnica e à capacitação profissional. Ao longo de sua trajetória, a instituição contribuiu para a formação de milhares de pessoas, oferecendo oportunidades educacionais próximas de onde elas vivem e trabalham.
Esse investimento social se expressa na preparação para o mercado de trabalho, na continuidade dos estudos e na criação de novas perspectivas profissionais para estudantes e famílias da região.
Frentes de formação
- Cursos superiores;
- Curso Técnico em Enfermagem;
- Capacitação e qualificação profissional;
- Formação continuada e pós-graduação;
- Atividades acadêmicas conectadas às necessidades sociais e profissionais da comunidade.
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Comunidade e cidadania
Ações sociais e coletivas com participação da população
Além da formação acadêmica, a FAN desenvolve ações de integração entre estudantes, profissionais, parceiros e moradores da região. Essas atividades aproximam o ambiente universitário da comunidade e colocam conhecimento, serviços e mobilização social a serviço do território.
Mobilização social
- Campanhas e ações de doação de sangue;
- Atividades de conscientização e participação coletiva;
- Projetos e ações que aproximam alunos e comunidade.
Integração e empreendedorismo
- Semana do Empreendedor, com participação do Sebrae;
- SEMAIS — Semana de Integração Social da Faculdade FAN;
- Atividades acadêmicas e comunitárias voltadas ao desenvolvimento social e profissional.
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Desenvolvimento econômico e territorial
Contribuição para o fortalecimento dos negócios e serviços da região
O investimento social também acontece quando a educação superior participa do desenvolvimento do território. Por meio da Empresa Júnior do curso de Administração, a Faculdade FAN atuou em articulações que contribuíram para a chegada de agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil à Avenida Mangalô, ampliando a oferta de serviços financeiros na Região Noroeste.
A formação de profissionais, a circulação de estudantes, a realização de eventos, as parcerias e o relacionamento com empreendedores locais ajudaram a fortalecer o comércio e os negócios da região, criando uma relação direta entre educação e desenvolvimento local.
Educação com impacto territorial: formar pessoas também significa movimentar oportunidades, serviços, empreendedorismo e desenvolvimento no entorno da instituição.
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Articulação empresarial e desenvolvimento regionalACINORG: diálogo permanente para fortalecer os negócios da Região Noroeste
A Faculdade FAN participou da criação da ACINORG — Associação Comercial e Industrial da Região Noroeste de Goiânia — como parte de uma atuação voltada ao fortalecimento do desenvolvimento econômico e profissional do território.
A associação mantém diálogo permanente sobre capacitação, profissionalização e modernização dos negócios da região, aproximando educação, empreendedores, comércio, serviços e iniciativas de desenvolvimento local.
Frentes de diálogo e desenvolvimento
- Capacitação de empresários, profissionais e equipes;
- Profissionalização da gestão dos negócios locais;
- Modernização de processos, atendimento e práticas empresariais;
- Fortalecimento do diálogo entre educação, comércio, indústria e serviços da Região Noroeste.
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Atuação nacional
Qualificação profissional para pessoas privadas de liberdade
Em diferentes iniciativas no Brasil, a FAN/Fanduca tem direcionado parte de sua atuação social à educação de pessoas privadas de liberdade, com cursos de qualificação profissional voltados ao desenvolvimento de competências, preparação para o trabalho e ampliação de possibilidades de reinserção social.
A proposta parte do princípio de que a educação pode alcançar públicos em contextos de maior vulnerabilidade e contribuir para trajetórias de formação, autonomia e reconstrução de projetos de vida.
Qualificação profissionalEducaçãoCidadaniaPreparação para o trabalhoReinserção social
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Fanduca • Paraná
Convênio com a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná
Uma das experiências de maior alcance social da Fanduca está vinculada ao sistema prisional do Paraná. Por meio de convênio com a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná, foram desenvolvidas ações educacionais e de qualificação profissional destinadas a pessoas privadas de liberdade.
Segundo os dados institucionais fornecidos para esta página, mais de 60.000 pessoas participaram de cursos de qualificação profissional, ampliando o acesso à aprendizagem e à preparação para o trabalho em unidades prisionais.
Dimensões da iniciativa
- Acesso à qualificação profissional em ambiente prisional;
- Integração entre educação, segurança pública e reinserção social;
- Formação conectada ao desenvolvimento de habilidades e competências;
- Continuidade educacional por meio de cursos superiores para parte dos participantes.
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Educação superior e inclusão
200 pessoas formadas em cursos superiores
O investimento social avançou também para a educação superior. De acordo com os dados institucionais informados, 200 pessoas concluíram cursos superiores no âmbito dessas ações, demonstrando que o acesso à graduação pode ser construído mesmo em contextos de privação de liberdade.
As próprias edições da REFAN registram trabalhos produzidos por estudantes vinculados aos cursos de graduação e mostram que a formação não se limitou ao cumprimento de disciplinas: ela chegou à pesquisa, à reflexão teórica e à produção científica.
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Destaque especial
Ciência produzida dentro das unidades prisionais
Da sala de aula para a produção científica
Um dos resultados mais significativos da iniciativa foi a produção de artigos científicos desenvolvidos no contexto das unidades prisionais. As edições 18, 19 e 20 da Revista Eletrônica da Faculdade FAN — REFAN — apresentam trabalhos que abordam educação, serviço social, sociologia, estatística, direitos, história, comportamento social, gestão, mobilidade social e outros temas.
Esse processo evidencia uma dimensão que vai além da qualificação: pessoas privadas de liberdade passaram a participar da produção acadêmica, pesquisando problemas sociais, construindo análises e organizando conhecimento em formato científico.
Por que esse resultado é relevante?
- Estimula leitura, escrita e pensamento crítico;
- Insere o estudante em práticas de pesquisa;
- Transforma experiências educacionais em produção de conhecimento;
- Amplia a visibilidade de temas sociais a partir do ambiente prisional;
- Conecta educação, ciência e reinserção social.
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REFAN • Revista Eletrônica da Faculdade FAN
Três edições que registram a produção científica em ambiente prisional
As capas abaixo são das edições 18, 19 e 20 anexadas a esta página de trabalho. Para preservar o foco institucional, os destaques apresentam apenas temas de artigos, sem identificação de autores.
Edição 18
Publicação dedicada a artigos desenvolvidos por pessoas privadas de liberdade no sistema prisional do Paraná.
- Educação: antes e depois do sistema prisional
- Habeas corpus: uma perspectiva de detentas mães e gestantes
- Mobilidade social e a educação brasileira
- O surgimento da ciência: uma breve revisão dos recortes históricos
Edição 19
Continuidade da produção acadêmica com pesquisas em educação, comportamento social, sociedade e gestão.
- Apontamentos sobre comportamento social e sua influência na cultura local
- Desenvolvimento do ensino médio: vantagens e desafios
- Educação integral: evolução do sistema educacional brasileiro
- Ensino fundamental e qualidade de ensino
Edição 20
Nova etapa da produção científica, reunindo pesquisas sobre educação, Serviço Social e realidade social.
- História da educação no Brasil: evolução educacional entre a Primeira República e a Era Vargas
- Serviço Social e sua transformação histórica
- A renovação do Serviço Social: história e fundamentos
- Educação emancipatória e práxis em um ambiente controlado
Os títulos acima foram selecionados a partir dos sumários e conteúdos das três edições fornecidas para esta página.
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Compromisso permanente
Investimento social é transformar educação em oportunidade
As experiências da Faculdade FAN e da Fanduca demonstram uma atuação social que conecta diferentes escalas: a comunidade da Região Noroeste de Goiânia, o desenvolvimento econômico local, a formação técnica e superior, a qualificação profissional e a educação de pessoas privadas de liberdade.
O ponto comum entre essas iniciativas é a convicção de que a educação produz efeitos que ultrapassam a sala de aula. Ela alcança famílias, comunidades, organizações, territórios e trajetórias individuais — e pode chegar, inclusive, à produção de ciência em espaços onde historicamente as oportunidades educacionais foram limitadas.
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